Só um retalho de humanos como Frankenstein Olhares perplexos ante ao seu pior reflexo Filho de partes que você odeia em si Tão humano (por isso eu sou péssimo) As pessoas não tem coração Elas tem almas Busca a compreensão da sua composição? Toque na minha palma! Mude a forma que tem Suas vidas não são especiais Humanos são todos iguais Pra brincar um pouco mais Vermes, vermes, vermes Quer que eu conte as vidas que eu tirei? Uma, duas, três! Ha! Quatro, cinco, seis! Entre corpo e alma Qual veio primeiro? Isso não é um conto de fadas Somos escravos dos nossos desejos Malquisto, mal-visto Esse Mahito é um maldito E depois que sua vida eu tiver destruído Vou entender o motivo para eu ter nascido Coma caso sinta fome, mate se odiar Eu te permito! Maldito Mahito! Maldito Mahito! O quão desprezível é o homem Pra eu ter nascido? Maldito Mahito! Maldito Mahito! Transfigurar! Basta um toque Pra sua alma Transformar! O seu choro É canção pros meus ouvidos Maldito Mahito! Maldito Mahito! Toques, palmas, pobres almas Eu vim da causa, desse medo seu Se vocês se odeiam, porque eu não odiaria? Seus atos de hipocrisia Se o homem é o lobo do homem Então matarei todos os lobos com O toque da minha mão Responda-me se vocês tem um coração Pra entender que não são donos da razão O que é ser um vilão? Se se matam E se temem, maltratam E não sentem Então quem é a maldição? Olha que ilusão, achar que é mais do que é Transfiguração! Quantos já matou? Se não sabe me dizer, o que espera se vim de você? Toque da palma, na alma, na alma (ah!) Coma caso sinta fome, mate se odiar Eu te permito! Maldito Mahito! Maldito Mahito! O quão desprezível é o homem Pra eu ter nascido? Maldito Mahito! Maldito Mahito! Transfigurar! Basta um toque Pra sua alma Transformar! O seu choro É canção pros meus ouvidos Maldito Mahito! Maldito Mahito!