Olha quem tá aqui no meu portão Logo tu, o que disseste que era o fim de verdade Vens com esse teu jeito a chamar-me de man e um estou com saudades Escondido na tal amizade Dizes que não vieste para ficar, mas vieste sim Teu olhar fala mais do que a tua boca quer dizer Eu tô aqui a tentar pensar, não sofrer Mas teu sorriso sempre me faz perder E eu que jurei que não voltava atrás, só de te ouvir já perdi a minha paz, ai Olha quem está bater no meu portão Meu coração já caiu na contramão, tu dizes: Abre aí E eu digo não, não, não, mas minha mão já tá a mexer na porta, sem razão Meu coração já caiu na contramão, tu dizes: Abre aí E eu digo não, não, não, mas minha mão já tá a mexer na porta, sem razão Olha quem chama o meu nome Teu toque sempre me consome e eu fecho os olhos a querer decidir Mas tu sempre consegues me fazer sorrir Tu apareces tipo vento quente do mússulo Chegas, bagunças tudo, e ainda achas bonito Trazes tempestades no teu beijo que me derrete Juras que só querias um abraço infinito, eu tento te ler devagar, mas é complicado Tu vens com doces na voz e perigo no olhar E eu que devia deixar-te lá no passado Acabo contigo de novo aqui no meu lugar E quando penso que consegui fugir Tu chegas com um: Então, tudo bem? Eu tento negar, tento não me distrair Mas teu perfume, quem vai resistir? Olha quem tá batendo no meu portão A dizer que aprendeu a lição Promete céu limpo depois do trovão Eu caí outra vez na tentação Olha quem veio pedir meu abraço Misturando saudade com cansaço Eu que jurei não voltar ao passado Tô quase a abrir a porta sem olhar para o lado Talvez seja o destino a brincar comigo És tu que já conheces meu coração Mas quando a noite chama, eu vou contigo Perco o rumo e sigo a tua direção Olha quem tá batendo no meu portão Meu coração já caiu na contramão, tu dizes: Abre aí E eu digo não, não, não, mas minha mão já tá a mexer na porta, sem razão