Ê capoeira abre a roda que agora eu quero entrar e quem quiser pode vir me desafiar eu não tenho medo viver também não tenho medo de morrer eu sou um cabra macho meu irmão e o coro comendo na palma da mão capoeira é cultura negra é jinga é amor e pra quem sabe a jinga é arte e tem seu valor Ê capoeira já dizia preto velho toma cuidado com esse mundo cu de bêbado não tem dono e quem não trabalha é vagabundo eu vim lá da Paraíba eu vim lá do fim do mundo aqui na minha marmita tem rapa-dura e jabá com jerimum