Você não vê o vulcão que queima em mim Só as cinzas frias no chão esquecido Mas no silêncio explode um clarão sem fim Das ruínas nasce o fogo renascido Não decifre meu silêncio profundo Nele afio a lâmina da minha luta Sou viajante da minha tempestade Dono absoluto do meu caminhar O vento arrasta o eco da saudade Mas nele eu vou me reencontrar (Oh-oh-oh) eu vou me reencontrar Fui forjado no gelo da solidão Minha fé afundou no mar escuro Mas no abismo ecoou a canção E o medo se rendeu ao meu futuro Sou viajante da minha tempestade Dono absoluto do meu caminhar O vento arrasta o eco da saudade Mas nele eu vou me reencontrar (Oh-oh-oh) eu vou me reencontrar O mundo gritou Nunca vais vencer Hoje treme ao som da minha canção Minha alma transborda como tinta vermelha Escrevendo chamas no chão da nação Sou viajante da minha tempestade E dono do meu eterno caminhar O vento levou o eco, mas veja Eu sei que vou me reencontrar (Oh-oh-oh) minha marca vai brilhar (Oh-oh-oh) ninguém vai apagar