Você chega em casa mais cedo na volta do emprego Me abraça, me beija, me faz um chamego Diz que vai na rua e não vai demorar Porém, na esquina da rua, existe um barraco De onde um amigo acena com um taco Chamando você pra jogar um bilhar Aí, você vai pra que o amigo não fique sem graça E pede ao garçom pra trazer a cachaça Esquece que a vida é um eterno voltar Lá vem dor no peito Mas também, pra mim, bem-feito Que não sei deixar você Lá vem dor no peito Mas também, pra mim, bem-feito Que não sei deixar você Depois você fala do Mengo e da sua Mangueira Reclama da vida e fala besteira Contando vantagem, querendo brigar É quando um amigo batuca um samba do Chico Seu peito machuca e um fico, não fico Aperta seu peito, fazendo chorar Aí, você pede a Deus que ele mais te proteja E pede ao garçom pra trazer a cerveja Esquece que a vida é um eterno voltar Lá vem dor no peito Mas também, pra mim, bem-feito Que não sei deixar você Lá vem dor no peito Mas também, pra mim, bem-feito Que não sei deixar você Você chega em casa mais cedo na volta do emprego Me abraça, me beija, me faz um chamego Diz que vai na rua e não vai demorar Porém, na esquina da rua, existe um barraco De onde um amigo acena com um taco Chamando você pra jogar um bilhar Aí, você vai pra que o amigo não fique sem graça E pede ao garçom pra trazer a cachaça Esquece que a vida é um eterno voltar Lá vem dor no peito Mas também, pra mim, bem-feito Que não sei deixar você Lá vem dor no peito Mas também, pra mim, bem-feito Que não sei deixar você