Nas noites em que eu senti que não tinha caminho Sei bem que não me abandonaste, mas me sinto tão sozinho Errei, mas eu tentei curar Meus medos andam tão feridos Desde quando você partiu, tudo perdeu o sentido Agora eu choro e imploro Uma chance O tempo Te mostrar tudo que eu não tenho mais medo de sentir Ver o doce, o sonoro O som do acolhimento De aceitar que não fui digno de ter você aqui Sou o mesmo de quando você partiu Mas tive que aprender a encontrar Meu caminho quando meu sono sumiu Minha mente não parava de gritar E, ultimamente, eu não suporto Ver as mesmas ruas E as minhas palavras não são sobre nós Me sobreponho à dor pra esquecer que, a sós, eu não fui sábio Ou amável Acho tão intolerável A vontade de querer viver o antes do após E eu sou fraco de não assumir que eu queria ter dito mais Quanto eu te amo É tanta falta que você me faz Mas meu tempo acabou E nele a chance que ficou pra trás Brilhe de onde estiver e me mande sinais Choro aos prantos Vejo e encanto Se perder e afogar nas minhas palavras Últimas dores da minha alma Nas inacabadas Vontades amplas de viver Sem me importar com nada Piada Se eu amo tanto, por que sobram as mágoas? Mas eu tive a chance de viver e vou valorizá-la Por que vou me afogar nas dores Se tem outras águas Foi pouco, mas foi lindo ver o tanto que você me amava