Então toma uns mate e um vento na cara Que o tempo passa e a coisa endireita Os plano déro errado, o bolso apertado Meio preocupado, bem atucanado Cabeça fervendo Uma boa saída, cabeça erguida Vai sorvendo a vida, já tá resolvida Mas tu não tá vendo Então toma uns mate e um vento na cara Que o tempo passa e a coisa endireita É conversa de antigo, é um velho ditado É no andar da carroça que tudo se ajeita Se viremo o jipe, peguemo o barranco Saímo da estrada, caímo no poço Também sem demora encontremo a saída E com as rédeas da vida soldemo o pescoço A chuva vem e vai, o Sol entra e sai A semente cai, a natureza mãe A vida vai floreando Seguindo o caminho, escuro ou clarinho Não temo sozinho, e pra lavar a alma Se vamo cantando Então toma uns mate e um vento na cara Que o tempo passa e a coisa endireita É conversa de antigo, é um velho ditado É no andar da carroça que tudo se ajeita Se viremo o jipe, peguemo o barranco Saímo da estrada, caímo no poço Também sem demora encontremo a saída E com as rédeas da vida soldemo o pescoço Então, toma uns mate, um vento na cara Que tudo se ajeita!