O teu inimigo, ele veio até a Mim Me perguntando se podia te provar Te conhecendo, para ele eu disse: Sim Todos os bens que ele tem, pode tocar E de repente, vi seu mundo desabando Como um castelo de areia contra o vento Me comovi com a tua fidelidade Senti a dor que te causou sofrimento Eu vi você, de joelhos me clamando Tua oração ao inferno incendiou Teu inimigo recuou envergonhado Porque até sendo provado, você me adorou Se te mandares para a caverna, eu vou lá te buscar Se te lançares na cova, eu te tiro de lá Se aqueceres a fornalha, eu faço o fogo esfriar Você é meu ungido, e ninguém vai te tocar Se te derrubarem, eu te levantarei Se te humilharem, eu te exaltarei Se fecharem as portas, eu abrirei No vale ou no deserto, só eu não te deixarei Olha para Mim Olha para Mim Não temo o inimigo Oh, meu filho, estou aqui Eu vi você, de joelhos me clamando Tua oração ao inferno incendiou Teu inimigo recuou envergonhado Porque até sendo provado, você me adorou Se te mandares para a caverna, eu vou lá te buscar Se te lançares na cova, eu te tiro de lá Se aqueceres a fornalha, eu faço o fogo esfriar Você é meu ungido, e ninguém vai te tocar Se te derrubarem, eu te levantarei Se te humilharem, eu te exaltarei Se fecharem as portas, eu abrirei No vale ou no deserto, só eu não te deixarei Olha para Mim Olha para Mim Não temo o inimigo Oh, meu filho, estou aqui Olha para Mim Olha para Mim Não temo o inimigo Oh, meu filho, estou aqui Eu estou aqui