Largaram o posto, venderam a história Deixaram o palco pra nova vitória Gritam progresso, mas queimam as bases Reescrevem o mundo em páginas rasas Deixaram o tempo levar sem lutar Agora colhem o que se esqueceram de guardar Filhos da revolta, herança do caos Trocaram raízes por gritos banais Se ergue o delírio, se apaga a razão E o medo dança sobre a escuridão Onde estavam os guardiões do passado? Dormindo em berço de ouro forjado Silêncio covarde, escolha letal Agora o sonho virou vendaval Filhos da revolta, herança do caos Trocaram raízes por gritos banais Se ergue o delírio, se apaga a razão E o medo dança sobre a escuridão Ergam os olhos, abram as portas Ou o abismo será sua aposta! Filhos da revolta, herança do caos Trocaram raízes por gritos banais Se ergue o delírio, se apaga a razão E o medo dança sobre a escuridão Se não seguram as rédeas da era Não reclamem da queda que espera