Caiu no abismo onde a eternidade é prisão Sem tempo, sem aliados pra lhe salvar Conan ergue sua espada contra a escuridão Pois só pela força conseguirá retornar No reino onde Thog, o antigo, dita a lei Aço e demônio fazem juramento Cada criatura alí devotada ao seu rei Cobra em sangue qualquer movimento A pedra cintila em pulso primordial Não promete glória nem dom divino Quem a toca enfrenta o desafio final De jamais rever seu mundo de destino Conan! Conan! A Ciméria chamou No sangue e no aço o seu nome ficou Não é nenhum Deus, nem é maldição Apenas sua espada guia seu coração Lâminas negras cortam o ar pesado Urros infernais ecoam no altar Conan tocou na pedra, agora reage armado Pois nasceu pra lutar, não pra implorar Terríveis demônios avançam em formação Olhos nefastos, muito ódio e sêde ritual Mas cada golpe afirma a razão De quem foi criado no frio brutal O sangue cai como pacto rompido O Submundo aprende o custo real Pois a fôrça de Conan não pede sentido Ela impõe àquelas legiões seu juízo final Conan! Conan! A Ciméria chamou No sangue e no aço o seu nome ficou Não é nenhum Deus, nem é maldição Apenas sua espada guia seu coração Viva Conan, o destruidor de deuses malditos e criaturas terríveis! Quando Thog, o antigo, surge em poder Coroa de pavor, ódio e trono imortal Conan não recua nem tenta entender Apenas prepara seu intenso golpe final A pedra é tomada no último embate O inferno desaba vencido, sem rendição Pois há quem não negocie combate Nem aceite prisão como condição Com a pedra irradiando em fogo antigo O abismo cede ao passo final Conan atravessa o limiar do perigo E rompe o Submundo rumo ao mundo real Conan! Conan! A Ciméria chamou No sangue e no aço o seu nome ficou Não é nenhum Deus, nem é maldição Apenas sua espada guia seu coração Conan! Conan! A Ciméria chamou No sangue e no aço o seu nome ficou Não é nenhum Deus, nem é maldição Apenas sua espada guia seu coração