Foste o tanto que sempre quis E o tanto que não quis mais Foste promessas bonitas As borboletas e os postais Foste o conto que não pude contar Escreves direito por linhas tortas e sem errar Foste o sonho das minhas insônias E quase sempre o fim das nossas histórias Fomos tanto que já não somos Somos o nada que um dia fomos E nada mais Fomos tanto que já não somos Somos o nada que um dia fomos E nada mais Somos dois desconhecidos que se conhecem demais Somos o quase ou quase nada E nada mais Fostes o tanto que sempre quis E o tanto que não quis mais Foste promessas bonitas As borboletas e os postais Foste o conto que não pude contar Escreves direito por linhas tortas e sem errar Foste o sono das minhas insônias E quase sempre o fim das nossas histórias Fomos tanto que já não somos Somos o nada que um dia fomos E nada mais Fomos tanto que já não somos Somos o nada que um dia fomos E nada mais Somos dois desconhecidos que se conhecem demais Somos o quase ou quase nada E nada mais Somos dois desconhecidos que se conhecem demais Somos o quase ou quase nada E nada mais Somos dois desconhecidos que se conhecem demais Somos o quase ou quase nada E nada mais Somos dois desconhecidos que se conhecem demais Somos o quase ou quase nada E nada mais