Se também não consegui dormir, me liga Impossível ficar bem Não entendo tanta briga Amor, por favor Me diz pra que serve o coração Só me diga, se for pra viver só isso Eu não quero mais Será que é difícil sempre ou só no início Paz, pra quê tanta guerra? Todo mundo erra, mas papo de visão Coração é terra que ninguém pisa Que ninguém pisa Ela é uma mina de ouro Que pra ganhar ela tive que garimpar Pedra bruta, tive que lapidar Cabeça dura igual à minha, brabão Mas às vezes ela é fofinha e eu bobão, bobão, bobão Agora dormir de conchinha é tão bom, tão bom Eu coleciono coisas Eu odeio despedida Tenho o dom de afastar quem eu amo da minha vida Sou orgulhoso demais pra pedir desculpa E sei que isso te irrita Eu volto atrás, só me ajudar achar a saída Eu coleciono coisas Eu odeio despedida Tenho o dom de afastar quem eu amo da minha vida Sou orgulhoso demais pra pedir desculpa E sei que isso te irrita Eu volto atrás, só me ajudar a achar a saída É na visão do meu date Sepetiba curte o catete, ó Tô te mostrando o macete Tá tudo normal Um golpe em cima de golpe Estilo aquele ex que ainda te come no azeite Deixei um apertado no bolso do seu short O prego no chinelo era enfeite Sou romancista sou Dom Quixote Perdoe o coração de sorvete Ela deixou um bilhete Dizendo que ia sair fora Levou cinquenta conto Me disse: Eu não te amo e pronto Te vejo a trinta, nove hora Daiane me diz: Tão otário A Mary Jane diz: Grande gênio, grandes bêbados, solitário Eu digo que te amo e provo o contrário Talvez em um milênio ou talvez seu lei Faça minha cabeça de prêmio e feliz aniversário Meus tios fazem bodas Canto em despedidas Danço e que se foda Viva o bom da vida Nossa vida louca Se quiser me liga Beijo na sua boca, bandida Eu coleciono coisas Eu odeio despedida Tenho o dom de afastar quem eu amo da minha vida Sou orgulhoso demais pra pedir desculpa E sei que isso te irrita Eu volto atrás, só me ajudar achar a saída Eu coleciono coisas Eu odeio despedida