Sou a reencarnação da poesia Vazias mentes, mentes tão bem Pra disfarçar verdades nulas Que habitam o consciente Nem sente Sentimentos de vergonha Ao mentir, então suponha Que não é eu que vou mudar O seu modo de pensar Ou de agir sobre si Tudo que envolve sua essência Não é transparência, então me diz? Alguma coisa, sem dois lados Só que tudo é relativo Por isso minha moral morta no recinto Te faz vivo É a história da lenda do opaco Não desafie crenças A sua essência Só presta se puxar saco Prefiro compartilhar Aquilo que vem do meu peito Não de prints, sem sentido É continência pra bandido E eu tô fora de comando Caído, sem medalhas E moedas falsas De quem diz ser Judas traído Esconde faces como a Lua Sangrento impasse Jesus, eu apanhei E não sei virar minha outra face Eu tô na chuva, pois faço rap sereno Andar com cobras me trouxe imunidade a venenos Me fiz pequeno pra ser gigante Alguns se crescem tanto na ignorância que ficam pequenos É muito billy oceano prum nemo Muitas ondas sonoras de punchs pra acabar com seu remo Me sinto nas aventuras de Pi, único animal que temi Era apenas uma versão de mim mesmo Vesti sapato que não era meu, acabei descalço Estragos, trago versos em um almaço Sou um político honesto buscando espaço Pois frases verdadeiras ecoam em cadafalso