Perdidos na grande selva Entre insetos e serpentes Sinuosas sobre a relva Feras de afiados dentes Antenadas sempre à espreita Da presa fácil, de surpresa Pra não levantar suspeita Atacam gente indefesa No pântano sombrio (Onde? Onde?) É lá que ele se esconde Perverso e sangue-frio Esse é o Crocodilo Dânde O terreno é areia movediça Muito cuidado pra não se atolar Se bobear, logo vira carniça Depois que o crocodilo mastigar E com lágrimas nos olhos devorar Mais um que acreditou que podia Algum dia a tal fera domar E vencer a selvageria