Um tremor de estrelas Tambores da tempestade Uma melodia de fúria Ecoando na cidade Espalham tristeza e dor Dilacerando corações Quebram asas sem pudor De anjos guardiões Cortam rosas e asas de penas Tão brancas como a neve Almas rudes querem apenas Derrubar quem se atreve A manter a tocha acesa Clareando a paz, indefesa A empunhar a espada tesa Pondo as cartas sobre a mesa Será que haverá paz algum dia? Como Cristo nos disse que seria Ou jamais será possível (oh, ahh!) O amor reinar indestrutível? A grande torre de babel De novo foi erguida Que será dos poetas E das coisas adormecidas? E dos profetas Corações de meninos E amor sem flechas Alvos de assassinos? (Sem você, meu coração) (Nunca para de chorar) Ayá, ayá! Toyá, toyá!