Beba do néctar das sereias Chamem os marujos ao chão Afogue o medo da escolha De quem merece afundar, então (Deixa afundar) (Deixa afundar) (Deixa afundar) (Deixa afundar) Gravado pra sempre, o dano que foi Nossas mães, as bruxas, o fogo levou Nossas irmãs todas foram traídas Por homens de espada que tiram a vida O mal que inventavam de quem se impunha Pra ter nosso espaço, no topo, na luta Cansamos do calma, do baixa a voz E à noite, escama cresce em nós Beba do néctar das sereias Chamem os marujos ao chão Afogue o medo da escolha De quem merece afundar Não se culpe se esses covardes afundar (Deixa afundar, afundar) (Deixa afundar, afundar) (Deixa afundar, afundar, afundar) Carinho usado na pele de escamas Cuidamos dos erros que nem eram teus Eles roubam a terra, destroem o lugar Zombam da força do nosso cantar O néctar que corre da Lua pro mar Te embala apertado, te faz flutuar Sepulte essas almas na curva da praia Mergulho eterno no sal que desmaia Beba do néctar das sereias Chamem os marujos ao chão Afogue o medo da escolha De quem merece afundar (Deixa afundar, afundar) (Deixa afundar, afundar) (Deixa afundar, afundar, afundar) Nada errado em causar estrago É doce ver tudo virar furacão Então grita alto, corta as amarras Deixa o mar tingir de redenção Nada errado em causar estrago É doce ver tudo virar furacão Então grita alto, corta as amarras Deixa o mar tingir de redenção Nada errado em causar estrago É doce ver tudo virar furacão (Beba do néctar das sereias) (Chamem os marujos ao chão) Chamem os marujos ao chão (Afogue o medo da escolha) Afogue o medo da escolha (Quem é que merece afundar?) Não se culpe se esses covardes afundar