Janeiro de 2019

Bravo e Meio

Composición de: Guilherme Luís Teló/Manoel Pedro Pereira de Miranda/Rodrigo Teles Neves
Eles entram com os tratores, nós entramos com as dores
E é pífia ideia de que ninguém solta a mão de ninguém
Deforma a forma, desinforma e terraforma a paisagem
E reescreve a narrativa ao bel prazer do poder

Eles trucam sem manilha e nós entramos na pilha
Importa quem tava na trincheira se não sobrar ninguém?
De frase feita em frase feita vai passando a boiada
Mas não dá nada se o resultado não te importar

Quando o neo-obscurantismo toma tudo de assalto
Qualquer um que não entre na dança é um alvo
A consciência tá limpinha e parece que isso importa mais
Qualquer resultado serve se na real não ligar

A nova era se apresenta revogando a passado
Negaciona o que não cabe ou não encaixa no quadro
Só uma década de retrocesso agora é bobagem
Conserva o servo pra sempre nessa eterna vassalagem

Uma manada de elefantes terraplana o terreno
E a terra plana é colocada no centro do debate
Heliocentra o argumento e mais apanha que bate
O ovo eclode independente do que você achar

Quando o neo-obscurantismo toma tudo de assalto
Qualquer um que não entre na dança é um alvo
E sem conhecer a verdade tudo ficou mais confuso pra você
Qualquer Messias serve se você não sabe onde vai

Quando o neo-obscurantismo toma tudo de assalto
Qualquer um que não entre na dança é um alvo
E conhecendo a verdade você ficou cada vez mais paralisado
Qualquer mentira serve se você quer acreditar
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