Olhando ao calvário para a cruz de Cristo Uma triste cena eu pude ver Meu Jesus pregado na cruz pendurado Estava ali sofrendo por mim e você Parece que vejo sua grande agonia Na cruz parecia vergonha e dor Em sua cabeça uma coroa de espinho Lá estava ele o cordeiro sozinho Na cruz deu o brado e assim exclamou Deus meu, Deus meu, porque me desamparaste? Na cruz do meio estava meu Cristo Sendo condenado como um malfeitor Os que ali passava zombavam Dizendo: Se és reis dos reis porque não se salvou E os soldados lhe acoitavam E com a lança seu lado furou Sangue e água saiu do seu corpo Ele disse: Pai, tudo está consumado Inclinou a cabeça e ali expirou Grande agonia Meu Jesus sentia Uma morte de horror Dando sua vida pela minha vida sangue derramou A cruz que era pra mim e pra ti ele carregou Todas as nossas culpas e enfermidades No madeiro levou Jesus morreu e foi sepultado Mas pouco tempo ali ficou No terceiro dia, bem de manhãzinha Foram ao sepulcro porém não encontrou E ainda sem entender o ocorrido Maria bem triste ao varão suplicou Mas o anjo disse: Mulher porque choras? Porque procura o vivente entre os mortos? Não está mais aqui, já ressuscitou Porque ele vive, posso crer no amanhã Porque ele vive, temor não há Mas eu bem sei, eu sei que a minha vida Está nas mãos do meu Jesus, que vivo está Vivo está