O samba 'Alvorada' foi feito de madrugada, quando Eu e o Cartola descíamos o Morro do Pendura Saia Em companhia de um compadre meu por nome de Cujo samba também é parceiro. E mais tarde, então O Hermínio Bello de Carvalho colocou a segunda parte No samba Alvorada no Morro Alvorada lá no morro, que beleza Ninguém chora, não há tristeza Ninguém sente dissabor O sol colorindo é tão lindo, é tão lindo E a natureza sorrindo, tingindo, tingindo Alvorada Alvorada lá no morro, que beleza Ninguém chora, não há tristeza Ninguém sente dissabor O sol colorindo é tão lindo, é tão lindo E a natureza sorrindo, tingindo, tingindo Alvorada Alvorada lá no morro, que beleza Ninguém chora, não há tristeza Ninguém sente dissabor O sol colorindo é tão lindo, é tão lindo E a natureza sorrindo, tingindo, tingindo Alvorada Alvorada lá no morro, que beleza Ninguém chora, não há tristeza Ninguém sente dissabor O sol colorindo é tão lindo, é tão lindo E a natureza sorrindo, tingindo, tingindo Você também me lembra a alvorada Quando chega iluminando Meus caminhos tão sem vida E o que me resta é bem pouco, quase nada De que ir assim, vagando Nesta estrada perdida Alvorada Alvorada lá no morro, que beleza Ninguém chora, não há tristeza Ninguém sente dissabor E o sol colorindo é tão lindo, é tão lindo E a natureza sorrindo, tingindo, tingindo Alvorada Alvorada lá no morro, que beleza Ninguém chora, não há tristeza Ninguém sente dissabor E o sol colorindo é tão lindo, é tão lindo E a natureza sorrindo, tingindo, tingindo Você também me lembra a alvorada Quando chega iluminando Meus caminhos tão sem vida Mas o que me resta é bem pouco, quase nada