Me movo como borboleta Que anseia mudança no ar Rodando por todos os insetos Assisto ciclos se encerrar Melhor morrer do que perder tempo Voando onde não devo estar Se exibindo como idiotas Até a aranha os devorar Construindo sua teia, movendo suas oito pernas Pra conquistar seu lugar Se alimentando, ansiosa pela nossa queda Não pode mais escapar Oh não pode mais escapar Oh não pode mais escapar Me escondo do meus inimigos Não posso ser vista aqui Não pedi pra ter toda essa atenção E agora nem posso dormir Melhor morrer do que me prender Distante, mas nem tanto assim Se ela chegar não vai nem te poupar Até que deseje um fim Construindo sua teia, movendo suas oito pernas Pra conquistar seu lugar Se alimentando, ansiosa pela nossa queda Não pode mais escapar Oh não pode mais escapar Oh não pode mais escapar Mordeu, liquidificam as entranhas Te prendeu, no seu lugar na teia Sem dormir, tão presas no seu próprio vício E acabou, morreram na teia de aranha