Konichua-aha ai Isso é chinês? Ou é Japonês? Aí eu não sei, pô, carai, é isso Andas a lamber o chão onde eu passo a ferro A tua vida é um eco do meu próprio berro És a cópia barata que o mercado não quer Falas muito por trás, mas de frente és qualquer O teu veneno é fraco, nem me faz comichão És só mais uma sombra a rastejar pelo chão Foste feita de plástico, brilho de feira A tua língua é um lixo, uma autêntica lixeira (Uma autentica lixeira) (Uma autentica lixeira) (Uma autentica lixeira) (Uma autentica lixeira) Konichua-aha ai A tua máscara caiu, ficaste nua e crua Não passas de um resto, um aborto sua burra Morde a língua antes de falares no meu nome Que a minha indiferença é o que te consome (É o que te consome) (É o que te consome) (É o que te consome) (É o que te consome)