Nas noites tão brancas daqui Tão sós no eterno verão O vento que me faz seguir E nós tão distantes do chão Caminhos que eu nem segui Pois chegam e tiram a visão Os ares tão sós vão surgir Minha mente, eterna prisão Há tão pouco de mim aqui E arde tanto minha solidão São vícios, são armas que eu escrevi Artifícios da situação Há tão pouco de mim aqui E arde tanto minha solidão São vícios, são armas que eu escrevi Artifícios da situação Arte e vícios em mim Me fazem perder a razão Um dia eterno e o fim Da noite, eterna prisão Cidades tão longes se vão Estradas que entram em mim A vida num gole: Aflição Um gole de paz e de gim Há tão pouco de mim aqui E arde tanto minha solidão São vícios, são armas que eu escrevi Artifícios da situação Há tão pouco de mim aqui E arde tanto minha solidão São vícios, são armas que eu escrevi Artifícios da situação