E não é que o transporte me levou pro passado? Alguém que há muito tempo já viveu do meu lado Não era o mesmo brilho, encostada à janela Só o crachá no peito me mostrou que era ela Eu vi no seu semblante um peso que antes não tinha Não era a pessoa que eu chamava de minha Na mão um copo d’água e um medicamento Na face demonstrava estar num mau momento No VLT do Rio, te revi sem querer Distante, tão difícil de reconhecer Fiquei paralisado, sem poder lhe dizer Que a vida seja leve, e você volte a viver No VLT do Rio, te revi sem querer Distante, tão difícil de reconhecer Fiquei paralisado, sem poder lhe dizer Que a vida seja leve, e você volte a viver Passado nos uniu, presente nos calou Eu quis falar teu nome, algo não deixou Não tive alegria, nem sequer saudade Apenas compaixão e muita piedade Se o tempo foi cruel, que reste a esperança Que o amanhã te abrace, te devolva a bonança Eu sigo meu caminho, guardo na lembrança Sua felicidade e o olhar de criança No VLT do Rio, te revi sem querer Distante, tão difícil de reconhecer Fiquei paralisado, sem poder lhe dizer Que a vida seja leve, e você volte a viver No VLT do Rio, te revi sem querer Distante, tão difícil de reconhecer Fiquei paralisado, sem poder lhe dizer Que a vida seja leve, e você volte a viver Passado nos uniu, presente nos calou Eu quis falar teu nome, algo não deixou Não tive alegria, nem sequer saudade Apenas compaixão e muita piedade Se o tempo foi cruel, que reste a esperança Que o amanhã te abrace, te devolva a bonança Eu sigo meu caminho, guardo na lembrança Sua felicidade e o olhar de criança No VLT do Rio, te revi sem querer Distante, tão difícil de reconhecer Fiquei paralisado, sem poder lhe dizer Que a vida seja leve, e você volte a viver No VLT do Rio, te revi sem querer Distante, tão difícil de reconhecer Fiquei paralisado, sem poder lhe dizer Que a vida seja leve, e você volte a viver