De manhã eu passo Gomalina no cabelo Faço a barba, escovo os dentes Com pedra de gelo Tenho sangue frio Sorriso congelado Casaco de morcego E um topete envenenado Quando vou à praia eu levo Meu caixão para deitar Quando o Sol me dá até logo Eu espero anoitecer Pra ficar de braço dado Namorando meu amor Na poltrona do cinema Vendo filme de terror Gritos, desespero Vêm da minha namorada Ela quer voltar pra casa Tá com medo, apavorada Eu lhe taco um beijo no cangote Eu lhe taco um beijo no cangote Ela cai da cadeira Até o gerente em disparada Sai correndo do cinema, oh Essa é mais uma façanha Essa é mais uma façanha Do vampiro de Ipanema