Os olhos inchados O travesseiro encharcado E de saudade em lágrimas se transformar Contudo, o tempo incerto O plano não deu certo Acreditando que iria lhe esquecer Entretanto, todos os dias te relembrar Acuado no canto Na prisão do meu quarto Forçando um silêncio Com minha alma sem calma em gritos te clamar Tenho recordado com ternura Os detalhes de teu sorriso preso em minhas lembranças Que todas as noites antes de dormir me faz sonhar E por medo não declaro mais a ti Mas nunca deixei de te senti E escrever e como poesia transbordar