Quando a Lua cheia rasga o céu da escuridão O vento sopra frio trazendo maldição Na aldeia o silêncio começa a gritar Pois nas sombras algo começa a despertar O sétimo filho do mesmo ventre a chorar Mesmo sangue, mesmo destino a carregar A pele arde, o corpo começa a mudar Entre gritos e dor, o lobisomem vai se formar Garras na noite, olhos a brilhar O medo se espalha, ninguém vai escapar Lua cheia no céu, o horror vai despertar No mundo das trevas seu uivo vai reinar Sexta-feira 13, sangue pelo chão Bala de prata é sua condenação Bruxas e vampiros dançam na escuridão O poder do uivo domina a imensidão! Na sexta-feira treze, as bruxas vão sorrir Vampiros sedentos prontos pra ferir A floresta inteira começa a tremer Pois o monstro selvagem começa a correr Matando o que vê, sem razão nem perdão Instinto feroz, pura maldição A Lua é sua dona, o medo sua lei Na noite eterna ninguém sabe quem é rei Passos pesados, o terror no ar Se ouvir o uivo... É melhor se ajoelhar Lua cheia no céu, o horror vai despertar No mundo das trevas seu uivo vai reinar Sexta-feira 13, sangue pelo chão Bala de prata é sua condenação Bruxas e vampiros dançam na escuridão O poder do uivo domina a imensidão! Prata reluz, última esperança O caçador mira sem nenhuma lembrança Um disparo corta a noite mortal Mas o uivo ecoa... Eterno e final Lua cheia no céu, o horror vai despertar No mundo das trevas seu uivo vai reinar Sexta-feira 13, sangue pelo chão Bala de prata é sua condenação Bruxas e vampiros dançam na escuridão O poder do uivo domina a imensidão! Lua cheia no céu, o horror vai despertar No mundo das trevas seu uivo vai reinar Entre bruxas e vampiros na escuridão total Só a bala de prata quebra o ritual E mesmo na morte, dizem sem temor Que o uivo do lobisomem ainda ecoa com poder