Eu sou o eclipse que apaga tua esperança Vegeta no meu peito ego que nunca balança Que negro tempestade, destruição na dança Tua alma se contorce quando minha ira avança Orgulho de Escanor, meio dia virou luto Quando ergo meu poder, teu destino fica oculto Barba Branca no meu sangue, terremoto absoluto Quando piso nesse chão, tua existência é um insulto Olhos de predador, coração envenenado Sou um vulto que tua mente nunca tinha imaginado Minha aura é um funeral, teu império, condenado Tua crew vira poeira, teu legado é apagado Queime o maligno Vegeta me guia Orgulho sombrio Escanor é minha ira Barba Branca Poder que devora a maré Se tu ousas me encarar, vai sangrar de uma vez Queime o maligno Vegeta me guia Orgulho sombrio Minha chama te aniquila Barba Branca Lenda viva na escuridão Sou o rei das trevas Teu fim na minha mão Príncipe sem coroa, mais com um trono feito em ossos Eu sorrio enquanto arranco tuas crenças pelos tocos Barba Branca terremoto, que vale tua história Vegeta, arrogância que celebra tua derrota em glória Escanor no meu peito Sol negro que te cega Minha presença é um eclipse Tua carne se entrega Eu sou o carrasco Tu só número na lista Quando minha sombra cai, teu clã vira estatística Queimam teus ídolos, teus deuses em silêncio Minha fúria é sentença, meu ódio é teu preço Quando o ego desperta, o mundo vira cemitério Sou lenda viva na treva, o herdeiro do império Queime o maligno Vegeta me guia Orgulho sombrio Escanor é minha ira Barba Branca Poder que devora a maré Se tu ousas me encarar, vai sangrar de uma vez Queime o maligno Vegeta me guia Orgulho sombrio Minha chama te aniquila Barba Branca Lenda viva na escuridão Sou o rei das trevas Teu fim na minha mão E quando o Sol se apagar Só meu nome vai restar Escanor se curva Vegeta vai reinar Barba branca ecoa no silêncio do mar Eu sou o trono das sombras Teu medo a me aclamar Teu medo a me aclamar