Malandro Dhevin

Dhevin

Composición de: Dhevin
É que gula não é fome, nem vontade de comer
Se não dividir o pão, vou multiplicar pra quê?

Já sei meus 13 porquê
Escolhi querer viver

Escolhi querer escrever
Já que é bem maior que eu

Já que a Algoz me deu
Amigos que me acolheu

Vida não é colher de chá
Não é castigo, só colheu

Proteção dos Orixá
Minha inspiração sou eu

Invejoso xapralá
Cê tem sorte, eu tenho Deus

Eles acharam que foi perda de tempo
Que não teria tempo bom

Se teve semeadura

Eu vi os meus manos sem perspectiva alguma
Em meio a vida dura, voltar a ter esperança

Eu falo sobre sonhos, cês refina ganância
Não defina minha ânsia, que isso é ignorância

Eu quero um Deus que dança
Que isso é minha herança

Você pediu bonança numa casa com claraboia
É a hora que os cara boia, que a área não tá dahora

Nois capitães de areia, vocês capitães do mato
Faz estátua pra esses branco e herói é Arariboia

A ira contra os bantu lembra de um dia no estágio
Que eu escrevi errado e uma branca corrigiu rindo

Veio ironizando que faltou o português
Mas pro massacre que eles fez

Acho mesmo é que falta índio

E se parar pra ver as coisas que realmente vingam
Pensando bem melhor nóis que é que somos os ricos

Malandro, eu desço a letra e fodo seu raciocínio
E se não ta gostando, tu é playboy de condomínio

Que sobe pra pancar na quebra e fica perdido
Malandro, eu tenho a chave para esse labirinto

E passei por lugares que te deixariam extinto
Já ter o que comer já é espetáculo dos lindos
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