A ignorância quer vingança do intelecto Não sou adepto de aliança, mas tenho meu amuleto Meu amor é tu E não tem jeito Fazendo eco Na sua cabeça Com papo reto Não entendo pessoas e seus falsos princípios Prefiro ver o céu, estrelas têm mais sentido Correndo contra o tempo no meu tempo corrido Sem tempo pra você que sonha em ter o meu brilho O nosso rumo faz mudar de vida E às vezes A nossa vida faz mudar de rumo Problemas Arrumo Resolvo Assumo Se eu quiser beber, eu bebo E se eu quiser fumar, eu fumo Perfumo Uma saidera E muita saudade Ferida assim não resolve com Merthiolate Foi um equívoco Agravo à parte Mas se você me desse que tarde Eu trocaria por uma crase Nalice Muller - Poesia É muito raro conhecer alguém que realmente exista de verdade Vejo relatórios com braços e pernas pelas ruas E eu quase nua, conto nos dedos o quanto a mediocridade tenta em vão me alcançar Cê quer vingança, eu só tenho o afeto E logo agora que eu decidi sair E no meu quarto só murmúrio e eu inquieto Disseram que viver é mais que existir Lembro da gente nas velas de aniversário E o hilário é que eu tenha que pedir Vou te ensinar uma coisa e isso é fato Se a mente fecha, a boca não tem que abrir Espero que gaste seu tempo com o que gosta E se divirta com a doideira que é isso aqui E lembre de virar a cara pra fofoca O importante é a mente evoluir Às vezes queria felicidade por decreto Dispenso o cansaço de bancar o esperto Vamos morrer do mesmo jeito, é óbvio E eu quase sóbrio, mais Dionísio que Apolo Vivo cada episódio guardando memórias do subsolo