No suor do rosto O destino se desenha A madeira vira lenha Pra queimar o que restou Raiz que corta o peito Brota onde o sol feriu O que o céu negou de jeito A coragem conseguiu É o ciclo da serpente Que devora o próprio rabo O que nasce aos pés de Deus E que foge do diabo Nesse chão batido O sangue escorre quente Onde a vida sempre sente O peso da semente É o ciclo da serpente Que devora o próprio rabo O que nasce aos pés de Deus E que foge do diabo É o ciclo da serpente Que devora o próprio rabo O que nasce aos pés de Deus E que foge do diabo