Logo ao despertar Pela manhã eu vejo O sol a brilhar Nos campos do Ribatejo Um campino guardando um toiro E à noite um fado é um tesouro que dá voz ao coração Oh meu Ribatejo Do colete encarnado Das tertúlias fadistas E das esperas de gado Quando chego à noitinha Em ti me revejo Sempre em todo o lugar vou convosco afirmar que sou do Ribatejo Um toiro bravo na praça Da muita assusta Será pegado com graça à tarde na chamusca Em novembro pelo São Martinho Castanhas, cavalos e vinho lá para os lados da Golegã Oh meu Ribatejo Do colete encarnado Das tertúlias fadistas E das esperas de gado Quando chego à noitinha Em ti me revejo Sempre em todo o lugar vou convosco afirmar que sou do Ribatejo Quando chego à noitinha Em ti me revejo Sempre em todo o lugar vou convosco afirmar que sou do Ribatejo