Sob o Sol que queima a areia do chão Ecoa o grito da multidão sem compaixão Ferro nas mãos, medo no olhar Hoje é viver uma história sangrar Se os deuses vem, que saibam então Não é só querem redenção Trarei o peso de quem eu sou Mostre tu próprio que a vida me deu Para navegar, força no olhar Não vim pra fugir, vim pra enfrentar Se a guerra chama, eu vou responder Meu nome fica mesmo se eu perder No peso da espada, eu encontro razão Não é ódio de guia meu coração É a chama que insiste em não apagar Mesmo quando tudo quer me derrubar