Eu não quero sempre Ter que ser o mais forte Pois a vida as vezes Nos lança a própria sorte Buscando refúgio Em nosso próprio mundo Sendo submetidos Ao preconceito imundo Nossa educação Que é sempre reprimida Ao tom do preconceito Pondo sal na ferida A linda Lua deles Pertence a nós também Nos julgam maus exemplos Mesmo fazendo o bem Mas não quero mais pensar neles Que se exploda o preconceito deles Não vou viver a minha vida em vão Nem renegar minha legião Mas não quero mais pensar neles O preconceito é a cocaína deles Vamos lutar sempre ganhando chão Com a força do coração Mas não quero mais pensar neles Que se foda o preconceito deles Não vou viver a minha vida em vão, não Vou viajar e conhecer outros seres O preconceito é a cocaína deles Vamos lutar sempre ganhando chão