Inconformado Com os holofotes do poder do estado A setenta e duas horas virados Apenas para os fortes autoiluminados Enquanto isso mirado Meu olhar virado e Calçado na parede Sendo chantageado Fortes Já perderam para fracos Não se sentem incomodados E entre eles suas lentes Decepcionadas e revoltadas Não capturaram suficiente para extrair algo surpreendente Não concordamos Com o pó, sem cor Nem com ideologia colorida da pele como Espinho e flor Que máscara o mérito E diminui o valor se você Não atingiu a meta Volte pra metaversa Você nunca imaginou Toma na cara mais essa Inconformados com a falta de pequenos gestos de amor De brigar pelo certo Ao lado de seja lá quem for Demonstra seu valor Todos somos iguais Não alegue cor Inconformados Vivem mais Nunca desligam Seus holofotes estão virados é mirado Não aceitam perdão Se impõem e brigam Pelo que acreditam Pedem em oração Confiar no estado Não da mais não A foto do perfil, a sua publicação tem endereço Não manda recado Mesmo chantageado Recado com endereço Bem direcionado É promessa de escoteiro Aos olheiros Os alheios e os olheiros enfrentamos Sem medo Se não for meu parceiro somos inimigos Adversários Na frente sempre dinheiro Holofotes inconformados Verão a elevação ao altar Pérolas de histórias pra trás gesto máximo Do amar, amador Não precisa perdoar Amor deve vir primeiro Lado humano a dianteiro Interesses e dinheiro É retardatáilo pra inconformado alucinado Chantageado pelo outro lado que se diz estado Desde muito cedo Na íntegra Os holofotes do poder refletem chantagem e pó E não no diálogo Entre fortes e fracos Quem diverge voa Voa pro céu Com quem diverge eu vou Pro céu Com quem diverge eu vou Pro céu Com quem diverge eu vou