Submerso entre as pedras que clareiam Sob o Sol eterno da manhã Estou inerte, insatisfeito, em tudo não me vejo Eu tenho apreço pelo que não consigo calar Eu trago um vício Um precipício qualquer Mais um crucifixo ultimamente Eu trago um vício Um artifício demente Mais um sacrifício ultimamente E há quem compreenda A vida toda muda de repente E há quem compreenda A vida nunca segue indiferente Peixe que nada por nada que fala e não cala Não quer nada assim Peixe que nada por nada que fala e não cala Não quer nada, sim senhor É tanta alma que não quer calar Perante a decisão de se mudar daqui Tanta alma que não quer calar Perante a decisão de se mudar Eu trago um vício Um precipício qualquer Mais um crucifixo ultimamente Eu trago um vício Um artifício demente Mais um sacrifício ultimamente E há quem compreenda A vida toda muda de repente E há quem compreenda A vida nunca segue indiferente Peixe que nada por nada que fala e não cala Não quer nada assim Peixe que nada por nada que fala e não cala Não quer nada, sim senhor