A sua indiferença não diz nada por aqui Olhe só pra você, entre em qualquer banheiro Encare o espelho e vai notar Sua imagem é um apagão, alguém na escuridão Sua incapacidade, sua maldade ali estão Dominam sua derrota nem precisa de aposta Não tem nem um sorriso, e ainda tenta arriscar Alega ser cristão não sabe nem rezar Se importa com os outros Difama o seu oposto e a você não quer enxergar Talvez pense você ser rei ou faraó num reino imaginário Um otário sem pudor Mal sabe que é ninguém, um número qualquer Um zero a esquerda e afirma que é capaz Da pena olhar você, faz rir sua condição Ninguém canta vitória sempre agindo com desdem Oh, oh, oh, ooh Oh, oh, oh, ooh É muita pena de você É não der dó do seu eu Tanta coisa pra aprender Comece pelo dom de amar Oh, oh, oh, ooh Prefiro observar, em meus versos rimar Quem sabe seus ouvidos possam eles escutar Servir pra te ajudar, mudar de opinião Não serve pra viver quem não enxerga seu irmão Ao invés de atacar, vibrar torcendo o mal Refaça sua vida e corra atrás pra ser igual Se imagine capaz, e arranca da sua alma a escuridão que mal te faz Prossiga sem falar, sorria pra alcançar Espero lá na frente um dia ainda te encontrar Prefiro observar, em meus versos rimar Quem sabe seus ouvidos possam eles escutar Servir pra te ajudar, mudar de opinião Não serve pra viver quem não enxerga seu irmão Ao invés de apedrejar, vibrar torcendo o mal Refaça sua vida e corra atrás pra ser igual Se imagine capaz, e arranca da sua alma a escuridão que mal te faz Prossiga sem falar, sorria pra alcançar Espero lá na frente um dia ainda te encontrar Prossiga sem falar, sorria pra alcançar Espero lá na frente um dia ainda te encontrar