Refém da Ausencia

Edison Santos

Composición de: Edison Santos
O Sol já se pôs, novo dia nasceu
A vida seguiu, mas o meu mundo parou
Meus dias mudaram, o brilho perdeu
Desde o momento em que você me deixou

Volta, amor, que a saudade bebeu
Virou o copo e chamou seu nome
Traz essa paz que o mundo perdeu
E mata a vontade que me consome
Tô de frente com a mesa, mas de costas pra vida
Tentando estancar com álcool essa nossa ferida
A casa é silêncio, a alegria partiu
Só restou o vazio onde a gente era paz
Encaro a tristeza que a mesa abriu
O café tá gelado, você faz falta demais

Volta, amor, que a saudade bebeu
Virou o copo e chamou seu nome
Traz essa paz que o mundo perdeu
E mata a vontade que me consome
Tô de frente com a mesa, mas de costas pra vida
Tentando estancar com álcool essa nossa ferida

Abro a janela, mas não entra luz
O cheiro do quarto ainda é o seu
Esse silêncio é o que me seduz
A lembrar do amor que a gente viveu
O seu lugar na cama tá intocado
Guardando o espaço de quem me esqueceu

Volta, amor, que a saudade bebeu
Virou o copo e chamou seu nome
Traz essa paz que o mundo perdeu
E mata a vontade que me consome
Tô de frente com a mesa, mas de costas pra vida
Tentando estancar com álcool essa nossa ferida

Olho pro celular na esperança de um oi
Mas sua foto sumiu, o bloqueio venceu
Onde era nós, hoje nada mais foi
Só restou a saudade do que se perdeu
Curti suas fotos pra ver se você nota
Que o dono desse amor ainda sou eu

Volta, amor, que a saudade bebeu
Virou o copo e chamou seu nome
Traz essa paz que o mundo perdeu
E mata a vontade que me consome
Tô de frente com a mesa, mas de costas pra vida
Tentando estancar com álcool essa nossa ferida

O relógio não para, mas eu estagnei
No mesmo segundo em que você partiu
Se a vida continua, eu ainda não sei
Pois desde aquele dia, o meu mundo faliu
Volta, amor, ou me ensina a esquecer
Porque viver de quase é o mesmo que morrer
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