Naquele sonho menor, minha lenda imaginária É terra mais estuária, entrando de mar a dentro, junto ao Sol Pelos astros eu concentro Vago em seus alinhamentos e obedecendo aos ventos Tomo várias direções Nas sendas dos corações há variantes infindas Quando será tua vinda, meu peito te vê ainda, te ouvindo em canções Naquele sonho menor, minha carta é lendária Tenho a vista a portuária Fazendo da terra o centro, desse arrebol E me vendo assim por dentro Viajando em cata ventos, rodopiando os conventos Faço várias decisões, aliado às ilusões, senão nada vale a pena Sem se ver mil açucenas obedecendo as cenas das eternas regiões