Pra cima, pra baixo, ao som do contrabaixo Pra baixo, pra cima, ao som da concertina Na casa, no campo, a luz do pirilampo De noite, de dia, com a prima e com a tia Na lida da casa não ha alegria O Sala não sai da telefonia Sha la-la, la Pra dentro, pra fora, meter a toda a hora Pra fora, pra dentro, sempre a qualquer momento Na cama, no chão, em cima do colchao Sem medo da SIDA, entrou esta de saída Na lida da casa não ha alegria O Sala não sai da telefonia Sha la-la, la Na lida da casa não ha alegria O Sala não sai da telefonia Na lida da casa não há alegria O Sala não sai da telefonia Dos fracos não reza a história Cantemos alto a nossa vitória Do Sala não reza a história Cantemos alto a nossa vitória Do Sala não reza a história Cantemos alto va-se cocar Do Sala não reza a história Cantemos alto va-se cocar És cruel Meteste a tua filha num bordel Enforcaste o teu caniche a um cordel És cruel És tarado Pintaste o sexo cor de rebuçado No circo tu serias um achado És tarado És um porco imundo Quando queres vais até ao fundo Não sei onde vais parar És ignóbil Não sei qual é que é o teu móbil És um reciclado de Chernobyl És ignóbil És vaidoso Meteste uma pompom na tua franja Sabes que ainda o dia é uma criança És vaidoso És um porco imundo Quando queres vais até ao fundo Não sei onde vais parar És obtuso Lavas a tua tromba com água do Luso O teu nariz é como um parafuso És tarado És obsceno Os teus olhos diz que ele é um veneno Encharcas-te com vinho do Reno És cruel És um porco imundo Quando queres vais até ao fundo Não sei onde vais parar És um porco imundo Quando queres vais até ao fundo Não sei onde vais parar Não sei onde vais parar