Suspira enfim, ó tão nobre guerreiro Detém-te nos meus braços e descansa Repousa na parede a tua lança Em mim é o teu destino derradeiro Não temas, tu já não és forasteiro Há terminado a guerra e a andança E os vindos dias de glória e bonança São teu laurel, valente aventureiro Meu corpo será pro teu corpo um leito Travesseiro quente será o meu peito E o meu suor um vinho que entontece Por fim a tua paz hás encontrado E deste homem (eu) tens conquistado O mais honrado amor que se conhece