Sempre hei de ser-te fiel, meu amor Dar-te-ei meus momentos, exultante Brindar-te-ei prazer reconfortante Dos teus lamentos farei minha dor Pra viver o meu tempo a teu favor Sondar-te-á meu olhar penetrante Desbravando teu coração amante Em mim levar-te-ei por onde eu for Nos vales da mais lúgubre amargura Nos campos da maior felicidade Serás tu, no meu peito, a fé mais pura Pois quem ama com tal intensidade Tem a perfídia como uma tortura Mas celebra com gozo a lealdade