Enquanto está a cidade adormecida Entre seus sonhos e seus pesadelos Despertos entre perigos e zelos Ardem dois corpos espargindo vida São eles, um para o outro, guarida Unindo pele, saliva, cabelos Dando as almas pela graça de tê-los Em tal paixão, deveras proibida Diante de tanto amar e sofrer Noturnas coisas testemunhas são De que não possui o medo poder Sobre aventureiros da escuridão Quando decidem estes pertencer Aos seus amantes com sofreguidão