O motor ronca, a inveja tranca, a banca espanca Tô de panca, nota branca, vida franca, nada manca No pulso o tempo, no vulto o vento, puro talento, zero lamento Trabalho duro, pulo o muro, livro seguro, vejo o futuro O carro desfila, furando a fila, ela ventila, e destila Veneno doce, como se fosse, a minha posse, sem tosse Ela olha pro ouro, pede socorro, quer o tesouro Pele na pele, nada repele, o clima fere, você confere Descendo devagar Pra me instigar Sem parar No radar Grana na mala, a joia fala, o brilho escala, nada abala Ela senta na sala, depois se embala, a mente exala, tiro de bala Safada e fina, é a rotina, pura adrenalina, virou doutrina Diamante corta, tranca a porta, o mundo morto, nada importa (Tudo em câmera lenta, ela aguenta, a conta aumenta) Vidro fechado, teto solar, clima pesado, pra respirar Ela se arria, na pedraria, que covardia, essa guria Fazendo dinheiro, o ano inteiro, sou pioneiro, lobo solteiro No banco de couro, cabelo louro, vale um estouro, meu douro Gemendo baixo, no encaixe, eu acho, sou macho Desce no grau, sensacional, fora do normal, animal O gelo derrete, no bracelete Ela promete, vira manchete Fumaça sobe, ninguém me pode O bonde sacode, decifra o código Grana na mala, a joia fala, o brilho escala, nada abala Ela sentou na sala, depois se embala, a mente exala, tiro de bala Safada e fina, é a rotina, pura adrenalina, virou doutrina Diamante corta, tranca a porta, o mundo morto, nada importante