Brook Alugo sua mente, nego, bem-vindo ao submundo Fantasmas rodeiam em fração de segundo Balaclava cobre o rosto, destaca olhar profundo Se cair na mira vai virar presunto Alugo sua mente, nego, bem-vindo ao submundo Fantasmas rodeiam em fração de segundo Balaclava cobre o rosto, destaca olhar profundo Se cair na mira vai virar presunto Sujo como as ruas da Grécia ou da França Diz que bandido não dança, bandido balança Com os pontos nos i's, esse é meu V de vingança Reação em cadeia acontece conforme se avança Grillz atrapalhando minha dicção Mapeando a caça dos que dizem que são Fogem da realidade, abraçam ficção Esses ratos vivem em contradição Sua cabeça é posta a prêmio quando se intitula rei Reduto de malandro, fecho meu corpo, eu me blindei Considerado uma ameaça, não somos iguais, no way Querem tirar o meu foco e eu só digo OK Alugo sua mente, nego, bem-vindo ao submundo Fantasmas rodeiam em fração de segundo Balaclava cobre o rosto, destaca olhar profundo Se cair na mira vai virar presunto Alugo sua mente, nego, bem-vindo ao submundo Fantasmas rodeiam em fração de segundo Balaclava cobre o rosto, destaca olhar profundo Se cair na mira vai virar presunto Enzo Brown No breu do beco, eu vejo o reflexo do que é correto Mantenho o foco, não mudo o trajeto, o plano é direto Nesse dialeto, o silêncio é secreto, o lucro é concreto Sob o teto de zinco, o instinto é de um arquiteto Eu vim do fundo, onde o ar é imundo e o tempo é um segundo Nesse submundo, eu não sou vagabundo, eu sou o profundo Virei o jogo, pisei no fogo, ganhei o mundo Rimas de chumbo, o peso do rumo, o ouro eu fundo É grana no bolso, é o fim do sufoco, o brilho no rosto Vim do poço, o gosto é amargo, mas hoje é meu Topo Submundo vence, a mente convence, o corpo não pende Quem de baixo entende, que a alma não vende, a chama se acende Lento como o veneno que sobe Certo como a morte que consome Eles correm pelo ouro Eu me tornei o tesouro O submundo não esquece meu nome É grana no bolso, é o fim do sufoco, o brilho no rosto Vim do poço, o gosto é amargo, mas hoje é meu Topo Submundo vence, a mente convence, o corpo não pende Quem de baixo entende, que a alma não vende, a chama se acende