Senhor me diz aonde que o respeito se perdeu Vaguei, vivi a sorte do meu lado se rendeu Tá claro no escuro os olhos renegando a verdade presente Futuro passando o canto em tom de liberdade Senhor me diz aonde vou plantar minha esperança Se luto, atalho por sonhos que guardei desde criança O medo a dor, morada abandonada no destino Na volta do mundo repete em agonia o desatino Eu corto a mão no facão a corda não prende o laço Mesmo caída no chão ainda há força no braço Senhor me diz aonde que o respeito se perdeu Vaguei, vivi a sorte do meu lado se rendeu Tá claro no escuro os olhos renegando a verdade presente Futuro passando o canto em tom de liberdade Senhor me diz aonde vou plantar minha esperança Se luto, atalho por sonhos que guardei desde criança O medo a dor, morada abandonada no destino Na volta do mundo repete em agonia o desatino Eu corto a mão no facão a corda não prende o laço Mesmo caída no chão ainda há força no braço Eu quero ver segurar a força dessa nação Eu quero ver segurar o grito do coração Eu quero ver segurar uma criança com fome Eu quero ver segurar a forca que não tem nome Eu quero ver segurar a rua toda cantando Eu quero ver segurar a água nova brotando Eu quero ver (quando zumbi chegar)!