Ele sonhava com a liberdade Desde que era um menino O capacete escondeu o seu rosto Mas não o seu destino Sua lembrança é guardada Por todos que conheceu Pra muitos era bandido Pra outros era um Deus Sempre foi carta marcada de adeus A aparência incomodava os covardes Que não questionam as suas verdades E não repensam as identidades Depois da curva da estrada Quase ninguém percebeu Um tiro foi despedida A mais nova canção de adeus Nenhuma vida é em vão É um caminho que se vai Escrito na palma da mão De um anti-herói que cai De um anti-herói que cai