Há sombras que caminham onde a vista não alcança Espíritos antigos, arquitetos da vingança Estão desde o princípio vagando na escuridão Mas não têm a chave, nem a autorização Eles rondam o perigo, mas não podem tocar Ficam na espreita, aguardando eu falar Pois abaixo dos anjos, a autoridade é nossa E o mal só elabora se a nossa voz endossa Eles se submetem, parecem leais Mas é uma armadilha dos tribunais Esperam um deslize, um praguejar de dor Para afrontar a face do meu Criador Olha o Teu servo, usando o poder Pra destruir a vida em vez de acolher! A palavra tem poder, é decreto lançado Não use sua unção pra alimentar o lado errado Da mesma fonte não pode jorrar Água doce e amarga, cada qual em seu lugar Se eu sou jarro de barro com tesouro de luz Minha boca só bendiz, em nome de Jesus Sou jarro de barro, sem pintura ou cor O mundo não vê o meu real valor Não está no adorno, nem no que se vê Mas no que o Senhor depositou em meu ser A unção guardada, é um bem emprestado Tesouro divino em corpo cansado Se a fonte é de vida, como posso eu Jorrar a morte contra um filho de Deus? Aquele que convida o céu a julgar Pelo mesmo crivo terá que passar A palavra tem poder, é decreto lançado Não use sua unção pra alimentar o lado errado Da mesma fonte não pode jorrar Água doce e amarga, cada qual em seu lugar Se eu sou jarro de barro com tesouro de luz Minha boca só bendiz, em nome de Jesus Cuidado! , O Espírito avisa antes de agir A mão que pesa nele, pode me atingir Pois quem pede o Leão pra devorar o inimigo Entra na mesma cova e corre o mesmo perigo Só quem não tem culpa pode o céu invocar Será que estou pronto pra Deus me sondar? Examine as escrituras, vigie o coração Não dê ao inferno a sua permissão A palavra tem poder