Olhei para o céu e vi nove luas Vi a conjunção que me cativou Cativo pra Mata Odé me arrasta Ruína do sonho que um dia brilhou Perdi na aposta a disputa do tempo Um blefe na vida que me desbancou Ordenou que eu vivesse assim admirado Por todo aquele que me alimentou Um cantor singelo se vê indeciso O punho do justo encontra um sofredor Vermelho do fogo queimando campina Nos olhos meninos que um dia lhe amou Olhei para o céu e vi nove luas Vi a conjunção que me cativou Cativo pra Mata Odé me arrasta Ruína do sonho que um dia brilhou O vento aqui galopa tranquilo Na vaidade de um jovem doutor Vencendo a maré da filosofia Vivendo contido e galanteador Olhei para o céu e vi nove luas Vi a conjunção que me cativou Cativo pra Mata Odé me arrasta Ruína do sonho que um dia brilhou Se a última estrela apagar de repente Se arder em fúria branca indolor Peço ao infinito que acolha tranquilo Conduza seu filho a um novo tutor