Roube! (Sem mais voltar) Roube o ouro que é seu por direito Escondido no breu calado e perfeito Quando libertado a acanhado se lembra que deve brilhar Guarde! (Nunca voltar) Guarde em um altar tão lindo e belo Condenado frio calado e eterno Dedicado à mãe que zela por ti em todo lugar Lembre (quando voltar) É próprio do ato a pedra mais bruta Próprio do cansaço a espada mais justa Da canção o mais belo rosário cantado ao luar