Pelo grito de palavras distorcidas Pelo fogo das paixões inacabadas Pelo dito popular olho por olho Pelo ócio, pai de toda criação Pelo erro cometido no passado Pelo amor que aquela moça me vendeu E ao perdão que sei que Deus nos concedeu Pelo preço irrisório do amor Quantos terços hei de rezar? Quantas contas do meu colar eu contarei? Quantas vezes eu me ajoelharei Até ver redimir do meu cantar Balacobaco baco do baco do bê parara Balacobaco baco do baco do bê parara Balacobaco baco do baco do bê parara Balacobaco baco do baco do bê parara Pelo preço do pãozinho da quitanda Pela vida, essa vidinha daqui mesmo Pelo preço da redinha na varanda Pelo ócio, pai de toda criação Pelo tolo que só pensa em seu passado Pelo tolo que só pensa em seu presente Pelo tolo que só pensa em seu futuro Pela alma, presa em toda encarnação Quantos terços hei de rezar? Quantas contas do meu colar eu contarei? Quantas vezes eu me ajoelharei Até ver redimir do meu cantar Até ver redimir do meu cantar Até ver redimir do meu cantar Balacobaco baco do baco do bê parara Balacobaco baco do baco do bê parara